quarta-feira, 13 de abril de 2011

Caracas Trails, um pouco da história do BMX no Brasil



O dirt no Brasil se desenvolveu muito devido a grande disponibilidade de áreas abertas e a uma época em que praticamente não existiam pistas públicas para a prática do BMX. Com o tempo essa situação foi mudando, os espaços começaram a valorizar e a especulação imobiliária ocupou praticamente todas as áreas que antes eram abandonados e propícios para a construção das rampas de dirt e as pistas públicas começaram a surgir em diversos pontos do país.

Carapicuíba é um município bem próximo a cidade de São Paulo. Em uma grande área que pertence à Cohab nasceu o mais tradicional e mais importante local de dirt do Brasil, o Caracas trails. A aproximadamente 12 anos atrás, um grupo de pilotos de bicicross partiram em busca de um novo local para poder treinar para as corridas, pois a única pista de bicicross que existia na época, estava condenada pela construção do Rodoanel de São Paulo. A área que eles encontraram foi exatamente onde antigos prédios da Cohab foram implodidos devido a falhas na estrutura das construções, o que comprometia a segurança dos moradores.

Carlinhos Wojtowicz no início de Caracas andando nas rampas improvisadas.

Carlinhos Wojtowicz no início de Caracas andando nas rampas improvisadas.
Crédito da imagem: Arquivo pessoal
Aos poucos as rampas começaram tomar forma, a princípio eram duplos bem baixos, parecidos com as rampas usadas no bicicross que eram praticamente retas, sem transições. Mas a situação começou mudar, os rolês começaram a ficar entediantes porque não havia condições de fazer uma pista de treino completa e as rampas eram poucas, por causa disso alguns pilotos começaram então a jogar algumas manobras para quebrar um pouco a rotina. Teve aí o início de tudo, o dirt jumping tomou conta do local, as rampas começaram a crescer e ganharam as características necessárias para as manobras da modalidade.

Desde aquela época o Caracas trails não parou de evoluir, de pista de treinos de bicicross até local de dirt, rolou muita história. Mas nem tudo foram flores nesses anos de existência, por 2 vezes ou 3 vezes, os locais já chegaram para andar e encontraram as rampas todas destruídas. Em uma das vezes a prefeitura passou o trator por cima das rampas para usar o espaço como estacionamento de um tradicional rodeio da cidade.

Uma das reconstruções do Local, João Geraldo e Dodigo passando as coordenadas.
Uma das reconstruções do Local, João Geraldo e Dodigo passando as coordenadas.
Crédito da imagem: Sergio Sant'anna.
Além do risco constante de ter o pico destruído por um motivo qualquer, ainda rolam boatos de que o espaço será usado para a construção de um supermercado, e para piorar a situação, os locais ainda tem que lidar com a falta de uma posição concreta de qual destino será dado ao espaço. A prefeitura já deu sinais de que são a favor da permanência do dirt no local. Algumas vezes já disponibilizaram tratores para a manutenção e construção de novos obstáculos e já foram feitas algumas limpezas em toda área. É claro que isso ainda não é uma declaração de que o espaço é do dirt, os locais ainda esperam uma resposta definitiva da prefeitura.

O município é muito pobre e um espaço como este, se não fosse ocupado pelas bikes, certamente seria uma área extremamente problemática. Assim como na maioria dos grandes espaços desocupados das grandes cidades, o local poderia servir como ponto de tráfico ou ser uma região sujeita a qualquer tipo de violência, mas especificamente no terreno do Caracas trails o esporte foi um grande modificador social, por manter o constante fluxo de pessoas e por manter o local limpo e aberto, o local afasta qualquer tipo de problema, fato reconhecido pelos moradores da Cohab e vizinhos da área que torcem pela permanência do dirt exatamente onde está. Além disso, muitos jovens pilotos locais iniciaram no esporte assistindo ao vivo as manobras nas rampas de Caracas, o esporte é sempre uma ótima alternativa para os jovens, principalmente em áreas pobres como o município de Carapicuíba.

Muitos pilotos brasileiros conhecidos já passaram por lá, muitos deles se criaram e continuam frequentando fielmente todos os finais de semana para usufruir da diversidade de rampas de Caracas. Leandro Moreira que hoje é um dos grandes nomes do BMX no Brasil, trocou sua antiga residência na zona leste de São Paulo por Carapicuíba para poder ficar mais perto do local, Mike Moura, morador da cidade de Osasco que fica bem próximo de Carapicuíba, adquiriu todo o seu vasto repertório de manobras nas rampas do local. Até o duas vezes medalhista de prata nos X Games, Diogo Canina foi frequentador, ele saía de Amparo no interior de São Paulo e enfrentava quase 6 horas de jornada entre ônibus, metrô e trem para chegar em Carapicuíba no início de sua carreira.

Cria de Caracas, Mike Moura continua a evoluir no local.
Cria de Caracas, Mike Moura continua a evoluir no local.
Crédito da imagem: Rui O.
João Geraldo passando a sequência de 3 do local.
João Geraldo passando a sequência de 3 do local.
Crédito da imagem: Rui O.
Não dá para descrever em palavras o esforço e o trabalho que os locais fazem para manter o local em plena atividade e não dá também para ignorar a dedicação e a paixão que os caras que deram início a tudo, colocaram em cada rampa construída no local. É por isso que o Caracas trails é considerado hoje o maior, melhor e mais importante pista de dirt jump do Brasil. O BMX brasileiro tem muito a agradecer ao João Geraldo, Carlinho Wojtowicz, Cleber "Dodô" Carvalho, José Wilton "Drac, Marcelo Cinelli, Ruben César "Skate", Kenji Kira e muitos outros que ainda trabalham e muito para manter as rampas em funcionamento antes de fazer o rolê de final de tarde.

Todos os pilotos que andam no dirt são bem vindos em Caracas, desde que se preste o devido respeito ao trabalho dos locais. As rampas não apareceram do nada, elas existem devido ao esforço e dedicação de quem quer que o local continue existindo e evoluindo sempre, portanto se você quiser curtir o rolê nos trails de Caracas é só vir, ajudar os locais na manutenção, curtir o rolê e sair de lá com a sensação que de alguma maneira contribuiu para a evolução do esporte no Brasil.

Caracas trails sempre!

*Imagens adicionais do Diogo Canina: Wellington Utida.


FONTE: ESPN/BMX

sábado, 9 de abril de 2011

O BMX mineiro na ativa: André Delgado

André Siqueira Garcia é um BMX'er de Belo Horizonte- MG. A cena mineira é velha conhecida do BMX brasileiro, até os menores municípios desse imenso estado tem representantes atuantes que sempre aparecem nos eventos e encontros por todo o Brasil.

André que é conhecido como Delgado, conhece bem as estradas do nosso país, ele já viajou por vários lugares para poder explorar os vários picos espalhados pelo nosso imenso território, ele inclusive teve algumas oportunidades de ir até a Argentina para participar de eventos realizados por lá.

Além de ter um rolê bem afiado, Delgado também se aventura na área de fotografia e vídeo, todas as edições para a web do seu rolê são gravados e editados por ele, e pode se dizer que está fazendo um bom trabalho.

Delgado fazendo um gap gigante.

Delgado fazendo um gap gigante.
Crédito da imagem: Dennis de Souza.
Nose wheelie em Jundiaí interior do estado de São Paulo.
Nose wheelie em Jundiaí interior do estado de São Paulo.
Crédito da imagem: Cae Oliveira.
Seu rolê pode se dizer que é bem completo, sem preconceito entre street, park ou dirt, tanto é que atualmente está se dedicando bastante tempo na construção do J4 Trails(Jatobá 4 trails).

Delgado tem planos para expandir ainda mais seus limites, ele planeja fazer uma viagem para a Europa e conhecer a Meca do street, Barcelona na Espanha, sonho de 99,9% dos BMX'ers "rueiros" por ser a cidade com os melhores obstáculos "naturais" de rua no mundo.

Confira um apanhado de imagens do rolê de Delgado em 2010.


André Delgado Remix 2010 from Simples Produções on Vimeo.


FONTE: ESPN/BMX

Vídeo: Henrique Castro por ClickBMX


O website Click BMX acabou de lançar mais uma edição dos seus webvideos, desta vez com o piloto Henrique Castro fazendo todas de barspin na praça azul, no bairro do Sumaré em São Paulo, e na pista de São Miguel Paulista, na zona leste paulistana.

Há algum tempo, o responsável pelo Click BMX, Maurício Cassulino tem se aventurado nos vídeos e tem feito um bom trabalho registrando em diversos pontos da cidade o rolê da cena paulista.

Henrique Castro já é um velho conhecido, nascido e criado na zona leste de São Paulo, Henrique já se aventurou nos Estados Unidos onde conquistou amigos e respeito na cidade que é conhecida como Protown ou Greenville na Carolina do Norte - EUA. Na cidade ele ganhou o apelido de Valvoline por seu sobrenome lembrar uma conhecida marca de óleos automotivos.

Valvo varando a savana de São Miguel Paulista de busdriver.
Valvo varando a savana de São Miguel Paulista de busdriver.
Crédito da imagem: Maurício Cassulino (Click BMX)

Henrique Castro anda pela DreamBMXBig House BMX e Colony BMX Co.
Para saber as novidades do BMX Brasileiro acesse: Click BMX.


Valvoline Click Bmx Edit from Click Bmx on Vimeo.




Muita diversão no encontro Old School & Iniciante em Taubaté

No sábado dia 26 de março, rolou na cidade de Taubaté no Vale do Paraíba, interior do estado de São Paulo o encontro Old School & Iniciante na única pista pública de madeira do Brasil.

O evento foi na verdade um argumento para colocar a molecada da iniciante e os "tiozinhos" do BMX num mesmo local. No Brasil a grande maioria das pessoas que praticam o esporte, não fazem a mínima idéia de quem foram os pioneiros e quem colaborou de alguma maneira com a história do BMX no Brasil. O encontro serviu para integrar esses grupos e fazer os mais jovens escutar um pouco das histórias de quem fez história no BMX.

Transições à espera dos Old School e Iniciantes.

Transições à espera dos Old School e Iniciantes.
Crédito da imagem: Rui O.
Exposição de bikes da década de 80 e 90.
Exposição de bikes da década de 80 e 90.
Crédito da imagem: Rui O.
Para apimentar um pouco mais a festa, foi realizado um campeonato para os iniciantes e para os Old School. A única regra rigorosa do evento se aplicava apenas para a categoria Old School, só poderiam participar apenas os pilotos com mais de 30 anos de idade. Apesar do clima de brincadeira e muitas risadas, muitos dos participantes levaram a sério suas voltas e mostraram tudo o que aprenderam durante a longa história que tiveram dentro do BMX.

A dupla Flávia Santos e Rui O. na final da megaline.
A dupla Flávia Santos e Rui O. na final da megaline.
Crédito da imagem: Renato Paiva
A princípio, eu Rui Ogawa não iria participar do campeonato, mas do nada surgiu a idéia de inovar e fazer uma volta em dupla. Invadi a volta da Flávia Santos, esposa do Leandro Moreira "Overall" e fizemos a nossa volta que batizamos de mega line. Infelizmente na visão dos juízes a criatividade não contou e nossa nota foi dividida por dois. Na real fizemos uma brincadeira para quebrar o gelo, no final das contas a mega line foi uma das coisas mais divertidas que fiz nos últimos tempos e me fez sentir saudades de andar de bike com mais frequência.

Apesar do calor que fazia dentro do imenso galpão da pista, a ambulância estacionada na porta felizmente não precisou ser mobilizada, apesar de maioria dos pilotos Old School estarem totalmente fora de forma.

Márcio Arouca, mais conhecido como Sapão mostrou todo o seu localismo e tirou várias manobras da manga e fluiu na pista, ficando com a quinta colocação. Em quarto lugar ficou o Argentino radicado em Recife, Pernambuco Alejandro Grego, o Loquillo, veio especialmente para o evento e aproveitou para rever os velhos amigos brasileiros.

Márcio "Cromado", outro local da pista quase botou abaixo a pista do Itaim, ele foi um dos primeiros no Brasil a andar sem freios e não fez diferente no campeonato, colocou toda a sua força no pedal e fez uns backflips na grande mesa da pista sem se preocupar em diminuir a velocidade. Na segunda colocação ficou Hamilton Barreiro de São José dos Campos, cidade próxima de Taubaté, ele fez parte de uma leva de pilotos que não tinha distinção de modalidade, andava no street, park e vertical. Hoje Hamilton continua andando com frequência na pista do Pavilhão em São José dos Campos e mostrou que anda com o rolê afiado fazendo várias linhas de transfer no campeonato.

Márcio Arouca, o Sapão de Taubaté varando a mesa com estilo.
Márcio Arouca, o Sapão de Taubaté varando a mesa com estilo.
Crédito da imagem: Rui O.
Bruno Ramalho, piloto Old da cidade do Rio de Janeiro, trazendo seu flair na transição da mesa.
Bruno Ramalho, piloto Old da cidade do Rio de Janeiro, trazendo seu flair na transição da mesa.
Crédito da imagem: Rui O.
Na primeira colocação ficou o Daniel "Ruivão" da cidade de Campinas, interior do estado de São Paulo. Daniel ainda está na ativa correndo os campeonatos e andando com a molecada de sua cidade e de Amparo, seu rolê está bem atualizado e utilizou muito bem os obstáculos da pista sem maiores problemas.

Molecadinha da iniciante.
Molecadinha da iniciante.
Crédito da imagem: Rui O.
Além das muitas pistas da região, que já valem a viagem, Taubaté e cidades circunvizinhas tem um atrativo que é muito melhor do que as próprias pistas que são os locais, ir para o Vale é sempre diversão garantida e desta vez não foi diferente, foi um sábado cansativo mas extremamente recompensador.

Bruno Tatini
Bruno Tatini invadiu o treino dos velhinhos para mandar um flip na mesa.
Crédito da imagem: Rui O.


Assista abaixo ao vídeo com os highlights do evento por Cris Glass:


Campeonato de New e Old School em Taubaté from crisglass on Vimeo.



Gabriel "Do Race" Ribeiro, mais uma revelação do Vale do Paraíba

A um tempo escutava falar de um jovem piloto da cidade de Lorena que estava se destacando na cena do Vale do Paraíba, tive no encontro Old School e Iniciante na cidade de Taubaté a oportunidade de finalmente ver e conhecer o garoto.

Gabriel Ribeiro dos Santos

Gabriel Ribeiro dos Santos "Do Race".
Crédito da imagem: Rui O.
Gabriel Ribeiro dos Santos, mais conhecido como "Do Race" de 16 anos, é um garoto simples que ganhou esse apelido por ter migrado do bicicross para o street/park. Sem dúvida nenhuma, suas habilidades vieram da base forte que o BMX racing traz, não só para o BMX freestyle como para outras modalidades de duas rodas.

Segundo ângulo do table.
Tabletop nas alturas na minirrampa do Itaim.
Crédito da imagem: Rui O.
Ao chegar na pista do Itaim em Taubaté, logo chamava a atenção os aéreos de Gabriel, mesmo sem conhecê-lo pessoalmente já dava para perceber que era ele pois uma das suas grandes caracaterísticas é a altura que sobe nos quarters. Por ser ainda muito jovem, o Do Race tem muito a evoluir, mas certamente será um dos grandes destaques da nova geração pela vontade de andar e pelo modo que vem evoluindo no rolê.

Gabriel Do Race travando um aéreo opposite de lookback na minirrampa.
Gabriel Do Race travando um aéreo opposite de lookback na minirrampa.
Crédito da imagem: Rui O.
Recentemente Do Race começou a receber o reconhecimento do seu rolê e agora tem o apoio da loja de peças e roupas DracBMX.com.


FONTE: ESPN/BMX

domingo, 3 de abril de 2011

Brian Kachinsky e a sua "Padaria"

O medalhista de bronze dos X Games, Brian Kachinsky, anunciou a inauguração de sua nova pista de treinamentos, chamada The Bakery (A padaria). " The Bakery está finalmente pronta. A histórica marca e indústria de pão é agora lugar de uma pista de BMX street", disse o atleta.

Ele que sempre sonhou em ter uma pista disponível 24h por dia, diz está muito feliz por poder desfrutar deste sonho junto com seus amigos. The Bakery não é aberta ao público. Mas Brian pretende dividí-la com BMXers e fãs através dos vídeos e comunidades na internet. Os primeiros pilotos à visitarem a pista foram Aaron Ross, Corey Martinez e Van Homan.

Para ficar conectado com o que Brian apronta por lá, fique ligado no site www.insidethebakery.com

Welcome To The Bakery from The Bakery on Vimeo.



Vídeo promocional de Diogo Canina para a Diamond Back

O brasileiro Diogo Canina aproveitou uma de suas breves passagens pelo Brasil para visitar a família para juntar alguns clipes para um webvídeo promocional para a Diamond Back.

Diogo torcendo um turndown no J11 Trails na cidade de Amparo- SP.

Diogo torcendo um turndown no J11 Trails na cidade de Amparo- SP.
Crédito da imagem: Rui O.
Diogo recentemente teve seu nome estampado em uma linha de peças com a sua assinatura, o quadro Real e o guidão Joe Bar. O nome das peças foram inspiradas no cotidiano do paulista da cidade de Amparo. Diogo cursa atualmente a faculdade de economia na East Carolina University na Carolina do Norte- EUA e seu quadro foi batizado com o nome Real por ser a moeda brasileira. Quanto ao guidão Joe Bar* é um trocadilho com a palavra bar em inglês, uma das traduções é bar do Joe, já que o bar é onde Diogo mais gosta de encontrar os amigos depois da sessão em alguma pista e a outra é guidão do Joe, porque bar em inglês também significa guidão.

*Em tempo, Joe é o apelido que o Diogo ganhou nos Estados Unidos devido à dificuldade do americanos em pronunciar seu nome.

O quadro Real de Diogo Canina.
O quadro Real de Diogo Canina.
Crédito da imagem: Diamond Back

Joe Bar
Joe Bar
Crédito da imagem: Diamond Back
Mais uma vez o responsável pela captação e a edição do webvídeo do Diogo foi Wellington Utida que tem se empenhado em trabalhar belos vídeos para os principais profissionais do BMX aqui no Brasil, a maioria de seus vídeos tem tido uma ampla divulgação nos mais diversos sites especializados no Brasil e lá fora. Todos os seus vídeos tem recebido vários comentários positivos e tem atraído a atenção dos gringos para a cena do BMX aqui do Brasil.


DIAMONDBACK_DIOGO CANINA from DiamondbackBMX on Vimeo.

Dêem uma assistida no vídeo e prestem a atenção na última passagem nas rampas gigantes de Carapicuíba, na primeira ele joga seu tradicional 360 table (considerado por muitos o mais bonito de todos) e na sequência ele joga um 720 late bus driver, manobra que pode ser considerada inédita.

Para conhecer um pouco mais da marca Diamond Back e Diogo Canina acesse: Diamond Back








Special Greg Powell acerta o "Special Flip

Parece brincadeira de 1º de abril, mas é verdade !!!

Eu acredito no Special Greg Powell ... O Travis Pastrana também !!! Como primo do Travis TP Pastrana, o Special Greg muito bom da cabeça não poderia ser também. Conhecemos o Special Greg nos primeiro filmes da serie do Nitros Circus, entre suas proezas lutando Boxe e nocauteando seu tio Robert Pastrana, e as corridinhas de "Velotrol" no "Pastrana Land", entre outras doideras. Nesta semana na Tour Australiana do Nitro Circus Down Under na Oceania, Special Greg mandou e pousou o Special Flip.

Comentei quando o Kyle Loza mandou o Electric Death pela 1ª vez, ao vivo no XGames de L.A, sobre a possibilidade desta manobra chamando ela na época de "Body Flip", agora denominada pelo autor de "Special Flip"
Mas confesso que nem em sonho imagnava a Trick com uma BMX ... É D+++ Que futuro maluco temos pela frente... RIDER FLIPS NEW ERA !!!

Temos mesmo que ser fãs do ser humano! Mas enquanto alguns fazem guerra outros fazem isso...



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Pastrana apostou com alguns amigos que dentro de 2 anos Special Greg Powell vai conquistar uma medalha na Mega Rampa dos X Games. Se ele treinar uma boa manobra no Quarter, podem preparar a festa, porque a manobra no Gap é campeã. Eu acredito no Special Greg Powell...


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FONTE: ESPN/BMX